Programação nos dias 15 e 16 de agosto reúne atividades sobre história, memória, esporte, literatura, fotografia, rap e patrimônio cultural em diferentes regiões da capital.
Por Thalyta Andrâde
A Prefeitura de São Paulo promoverá, nos dias 15 e 16 de agosto, mais de 100 cursos e oficinas gratuitos como parte da programação do Festival do Patrimônio – São Paulo: cada olhar, uma história. As atividades serão realizadas em diferentes equipamentos culturais da cidade e têm como objetivo estimular reflexões sobre a história, a memória e o patrimônio cultural paulistano.
Entre os destaques da programação está o curso “Pacaembu: memórias de uma transformação coletiva”, voltado aos apaixonados por esporte. A atividade abordará a importância do Estádio do Pacaembu como patrimônio histórico e espaço de memória da cidade. O encontro será realizado no sábado (15), às 15h, na Biblioteca do Museu do Futebol.
A literatura também terá espaço com o curso “O olhar histórico de Carolina Maria de Jesus na cidade”, que discutirá a obra Quarto de Despejo e a representação da favela do Canindé, além das desigualdades sociais retratadas pela escritora. A atividade ocorre no sábado (15), às 11h, na Biblioteca da Fábrica de Cultura Vila Curuçá.
Quem gosta de fotografia poderá participar da oficina “Colorização Manual de Fotografias – A cor como intervenção na paisagem do centro histórico”, que ensinará técnicas de colorização de imagens antigas do centro da capital, promovendo novas leituras sobre a memória urbana. A oficina será realizada no domingo (16), às 11h, na Casa da Imagem.
A programação também inclui a oficina “São Paulo em Poesia”, que convida os participantes a transformarem lembranças afetivas dos bairros da cidade em poemas, além do curso “Bairros operários de SP nas novelas dos anos 1980”, que propõe uma análise das transformações de regiões tradicionais da capital por meio das produções televisivas da época.
Outra opção é a oficina “Mão no Barro”, dedicada às técnicas de modelagem em cerâmica e à relação da argila com o desenvolvimento urbano da cidade. Já o curso “Rimas da Cidade: Rap e Memória” utilizará a escrita criativa para valorizar o rap como patrimônio cultural e expressão das vivências nos territórios paulistanos.
