Programa oferece acolhimento temporário de crianças e adolescentes em ambiente familiar, com processo de capacitação e acompanhamento técnico para famílias voluntárias
O Secretário explicou o funcionamento do Serviço Família Acolhedora, que é uma política pública essencial que organiza o acolhimento temporário de crianças e adolescentes afastados da família de origem por medida de proteção. Diferente do acolhimento institucional (abrigos), o programa oferece um ambiente familiar e individualizado, crucial para o desenvolvimento emocional e social saudável dos acolhidos. Durante a entrevista, o secretário enfatizou histórias de transformação e desfez o mito comum de que o serviço se assemelha à adoção, reforçando que o caráter da iniciativa é temporário, com foco no cuidado humanizado enquanto se busca a reintegração familiar.
Para se tornar uma Família Acolhedora, os candidatos precisam atender a requisitos básicos como maioridade, residência no município, estabilidade financeira e emocional, além de não estarem inscritos no cadastro de adoção. O processo envolve triagem, capacitação e acompanhamento da equipe técnica. Ao final, o secretário encorajou a população a superar o receio de abrir as portas de casa, destacando que a experiência transforma profundamente tanto a vida das crianças, que recebem amor e proteção em um momento de vulnerabilidade, quanto a das próprias famílias voluntárias.
