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PORTUGAL: MORTES EM AMBULÂNCIA, EMPRÉSTIMO DA COMISSÃO E PREPARAÇÃO PARA FUTURAS GUERRAS

TRÊS MORTES POR ESPERA DE AMBULÂNCIA EM PORTUGAL. ESPERA POR ATENDIMENTOS ALERTAM PARA A FALTA DE INVESTIMENTOS NA SAÚDE

Após três mortes por espera de ambulância em menos de 48 horas, o Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, anunciou um novo investimento para reforçar a frota do INEM, aprovando a aquisição de 275 novas viaturas de emergência médica, num total de cerca de 16,8 milhões de euros.

Destas 275 viaturas, 163 serão ambulâncias totalmente novas, junto com 34 viaturas rápidas de emergência médica (VMER) e 78 outros veículos de apoio, representando o maior investimento deste tipo na última década no serviço de emergência médica do país. 

Segundo o primeiro-ministro, esta medida visa aumentar a capacidade de resposta do INEM, modernizar os meios de socorro e reduzir os tempos de espera em situações de urgência e emergência, melhorando assim o atendimento à população e as condições de trabalho dos profissionais de saúde.

COMISSÃO EUROPEIA DEVE APROVAR EMPRÉSTIMO PARA PORTUGAL. VALOR TOTAL ESTÁ EM TORNO DE 5,8 MILHÕES DE EUROS

Esta semana, a Comissão Europeia deve aprovar um importante plano de investimento para Portugal no valor de 5,8 mil milhões de euros, destinado a reforçar as capacidades de defesa do país. O anúncio foi feito pela Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que confirmou que o plano português está entre os primeiros a receber luz verde no âmbito do mecanismo europeu SAFE (Instrumento de Ação para a Segurança da Europa), criado para promover investimentos estratégicos conjuntos em defesa.

Este pacote de financiamento permitirá a Portugal aceder a empréstimos a condições favoráveis, com o objetivo de modernizar e ampliar o equipamento e capacidades das Forças Armadas até 2030. Os fundos poderão ser usados em programas de reequipamento, aquisição de material estratégico e outras iniciativas que reforcem a segurança e a autonomia operacional das forças militares portuguesas. 

A aprovação está prevista para quarta-feira, refletindo um avanço significativo na cooperação entre a União Europeia e Portugal em matéria de defesa, num momento em que a UE intensifica esforços para fortalecer a segurança coletiva dos Estados-membros.

PORTUGAL SE PREPARA PARA FUTURAS GUERRAS. PLANO PREVÊ CAPACITAR EXÉRCITO ATUAL E AUMENTAR O NÚMERO

Portugal está a intensificar os seus esforços de preparação e modernização das Forças Armadas, com o objetivo de reforçar a capacidade de defesa do país perante eventuais conflitos futuros.

O Governo tem apostado em investimentos estratégicos, na atualização de equipamentos militares, no reforço da formação dos efetivos e na adaptação às novas formas de guerra, incluindo ameaças híbridas, cibernéticas e tecnológicas.

Esta preparação insere-se num contexto internacional marcado por instabilidade geopolítica e pelo reforço da cooperação no seio da União Europeia e da NATO.

Ao modernizar o seu exército e melhorar a prontidão operacional, Portugal procura garantir a proteção do seu território, cumprir os compromissos internacionais de defesa coletiva e assegurar uma resposta eficaz a cenários de crise, contribuindo para a segurança nacional e europeia.

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