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Projeções para a Alesp, estratégias presidenciais e a disputa pelo voto evangélico

Cálculos apontam liderança do PT no legislativo paulista, enquanto campanhas adotam táticas não convencionais na TV e nas redes sociais para atrair eleitores.

As projeções para a formação das bancadas na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) indicam que o PT deverá ocupar o maior espaço, elegendo 18 deputados estaduais, seguido por um empate entre PL e PSD, com 15 assentos cada. A Federação PP/União Brasil aparece na sequência com 11 vagas, enquanto legendas como Republicanos, Podemos e MDB dividem o restante do plenário. No entanto, esse cenário pode sofrer alterações significativas devido ao fenômeno digital de Augusto Cury, candidato pelo Avante, que ganhou mais de 2,5 milhões de seguidores em uma semana. Ao capitalizar sua ausência no debate da emissora Band realizando uma transmissão ao vivo na porta do estúdio para denunciar uma “ditadura do algoritmo”, Cury se consolidou como um forte puxador de votos, com potencial para alavancar candidaturas proporcionais de seu partido em todo o país.

No cenário presidencial, a exibição de uma entrevista pré-gravada de Lula na TV Record, no exato horário do debate presidencial da Band, gerou grande impacto ao registrar o triplo da audiência da emissora concorrente (9 pontos contra 3). A manobra estratégica é avaliada por analistas não apenas como uma disputa por números no ibope, mas como um forte indicativo de aproximação entre a campanha petista e a cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus, visando mitigar a rejeição do candidato entre o público religioso. Paralelamente, dados de uma pesquisa de bastidor realizada com 750 fiéis revelaram que apenas 15% dos evangélicos votam seguindo exclusivamente a orientação direta de seus pastores; a esmagadora maioria prioriza o histórico político e pessoal dos candidatos na hora de decidir o voto.

No âmbito das disputas para a Câmara dos Deputados, há um forte consenso analítico de que figuras polarizadas, como Erika Hilton e Pavanato, figurarão entre os nomes mais bem votados pelo estado de São Paulo. Contudo, a alta imprevisibilidade sobre o desempenho exato de outras candidaturas competitivas, como as de Pedro Poncio e Kim Kataguiri, continua dividindo opiniões nos bastidores e motivando apostas informais sobre quem realmente dominará o topo da tabela do quociente eleitoral paulista.

Rádio - Clínica Santa Marcia
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