Ricco Santana cita clínicas, corretoras e pequenos bancos usados para lavagem de dinheiro e pede cautela da imprensa com notícias contra a polícia
Na sequência da conversa sobre armas, Ricco Santana comenta a expansão do PCC para fora do Brasil e para setores legais da economia, citando óticas, farmácias e clínicas de estética e de exames laboratoriais no litoral paulista como possíveis fachadas de lavagem de dinheiro. Ele afirma que a facção já opera na região da Faria Lima, com corretoras e pequenos bancos alvo de operações policiais recentes, e alerta que o crime organizado pode induzir pessoas comuns a guardar armas ou dinheiro sem saber a origem. Os apresentadores pedem que a imprensa verifique com cuidado informações que circulam contra a polícia, por avaliarem que a desinformação também é usada como estratégia pelo crime organizado.
