Prefeitura pretendia repassar gestão de três novas unidades a organizações sem fins lucrativos; decisão cita obrigação constitucional do poder público com a educação básica
A prefeitura de São Paulo construiu três novas escolas nas regiões de Pirituba e Perus e pretendia conceder a administração a entidades sem fins lucrativos — modelo que, segundo o programa, tem resultados desiguais conforme o local. A Justiça barrou a concessão, sob o argumento de que a educação básica é obrigação do poder público municipal. Os apresentadores lembram que o governador Tarcísio de Freitas havia tentado modelo semelhante em escolas estaduais e recuou após críticas.
