Psicóloga e educadora Vanessa Gama destaca os impactos do uso excessivo das telas e defende a tecnologia como ferramenta, sem substituir relações e experiências.
A pandemia acelerou o acesso das crianças aos dispositivos digitais e fez com que celulares, tablets e computadores passassem a estar ainda mais presentes na rotina escolar e familiar. Para Vanessa Gama, o desafio agora é reorganizar esse uso.
A especialista destaca que a tecnologia pode ampliar o aprendizado, aproximar pessoas e oferecer novos recursos, mas não deve substituir experiências, professores e relações humanas. Na escola, o excesso de estímulos também pode prejudicar a concentração e o desenvolvimento de habilidades.
Com a inteligência artificial, o cuidado precisa ser ainda maior. Vanessa defende que os alunos aprendam a utilizar essas ferramentas de forma crítica, sem abrir mão do repertório e da capacidade de análise. Para ela, a tecnologia pode auxiliar o professor, mas não substitui o vínculo que também faz parte da aprendizagem.
