Com mais de R$ 4,4 milhões destinados aos cachês das principais atrações da Virada Cultural 2026, a Prefeitura de São Paulo aposta no fortalecimento da economia criativa e no impacto direto no comércio da capital durante o fim de semana do evento.
A expectativa é que cerca de 5 milhões de pessoas circulem pela cidade ao longo das 24 horas de programação, gerando aumento no consumo em bares, restaurantes, hotéis, aplicativos de transporte, ambulantes e no comércio local das regiões que recebem os palcos.
Entre os artistas com maiores cachês estão Péricles, Thiaguinho, Luísa Sonza e Seu Jorge. A estratégia da gestão municipal é utilizar nomes de forte apelo popular para ampliar o fluxo de público em diferentes regiões da cidade e estimular a ocupação econômica fora do eixo tradicional do centro expandido.
Além do entretenimento, a Virada Cultural é vista por setores do turismo e da gastronomia como uma vitrine para pequenos empreendedores e trabalhadores informais. A projeção é de aumento significativo na movimentação financeira em bairros que recebem grandes apresentações, especialmente durante o período noturno e madrugada.
A edição deste ano, chamada de “O Festival dos Festivais”, também reforça a descentralização das atividades culturais, levando shows e atrações para diversas zonas da capital paulista. A aposta é que o investimento em cultura tenha efeito multiplicador na economia local, fortalecendo desde o setor hoteleiro até comerciantes de rua e serviços de mobilidade urbana.
