Sobrevivente de tentativa de feminicídio cria movimento de conscientização e mobiliza mulheres no Distrito Federal.
Mãe de dois filhos, empreendedora e analista de sistemas, Jéssica Cytrus passou a atuar de forma pública na conscientização sobre violência contra a mulher após sobreviver a uma tentativa de feminicídio. A experiência pessoal motivou a criação de um movimento voltado ao acolhimento, informação e mobilização feminina no Distrito Federal.
Com foco em conscientização social, a iniciativa busca ampliar o debate sobre relacionamentos abusivos, violência doméstica e feminicídio, além de incentivar a denúncia e o fortalecimento de redes de apoio entre mulheres.

Segundo Jéssica, o objetivo do projeto é dar visibilidade ao tema e criar espaços de apoio para mulheres que enfrentam situações de violência.
“Eu sobrevivi e hoje utilizo minha voz para conscientizar e apoiar outras mulheres”, afirma.
Movimento de conscientização e apoio
O projeto “Mulheres em Movimento contra o Feminicídio” reúne ações voltadas ao acolhimento, integração e fortalecimento feminino. A proposta inclui encontros presenciais, atividades esportivas, palestras e eventos de conscientização.
Além de promover a troca de experiências, o movimento também incentiva o acesso à informação sobre direitos, prevenção da violência e apoio psicológico e social.
Próximos eventos
A programação do movimento já conta com novos encontros previstos no Distrito Federal:
- 2º Treinão das Brutas – 31 de maio
Evento voltado à integração entre mulheres, com atividades esportivas e ações de conscientização. - Evento oficial – Agosto
Encontro de grande porte voltado à mobilização feminina e ao debate sobre feminicídio e violência contra a mulher. A organização informa que milhares de participantes já demonstraram interesse em participar.
Crescimento da mobilização feminina
O movimento liderado por Jéssica Cytrus vem ampliando sua presença em eventos públicos e redes sociais, reunindo mulheres interessadas em fortalecer a conscientização e ampliar o debate sobre violência de gênero.
A proposta é estimular a participação ativa da sociedade no enfrentamento ao feminicídio, reforçando a importância da denúncia, do acolhimento e da construção de redes de apoio.
