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CARAGUATATUBA: GCM É PRESO EM FLAGRANTE COM REVÓLVER DE NUMERAÇÃO SUPRIMIDA NO SHIBATA

Polícia Civil também apreendeu pistola institucional da Prefeitura e dois celulares; veículo em que suspeito estava tinha restrição de roubo

Um guarda civil municipal de Caraguatatuba foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira, 24, após ser abordado por policiais do Baep no estacionamento do supermercado Shibata, no bairro Jaraguazinho. Segundo o boletim de ocorrência, com ele foi encontrado um revólver calibre 38 com numeração suprimida, além de uma pistola Glock 9 mm de carga institucional da Prefeitura. 

De acordo com o registro policial, a equipe fazia patrulhamento pela Avenida Presidente Campos Sales, por volta das 16h, quando viu um GM Corsa estacionado de forma isolada, fora da área coberta, sob sol forte, com um único ocupante no interior. Ao consultar a placa nos sistemas policiais, os agentes verificaram restrição de furto ou roubo vinculada ao veículo. 

Na abordagem, o ocupante se identificou como Alexsander Fernandes de Lima e disse atuar como guarda civil municipal. Durante a busca pessoal, os policiais localizaram na cintura dele uma pistola Glock calibre 9 mm, com 18 munições intactas. Segundo o boletim, a arma foi depois identificada como pertencente à Prefeitura de Caraguatatuba, na condição de arma de carga institucional. 

Ainda segundo a Polícia Civil, na vistoria no carro os policiais encontraram, debaixo do banco do passageiro e dentro de uma sacola plástica preta, um revólver Rossi calibre 38 com numeração suprimida e seis munições intactas. O registro aponta que a arma estava enferrujada. 

O boletim informa que, ao ser questionado sobre o revólver, o suspeito disse aos policiais que pretendia vendê-lo, mas afirmou não saber informar a origem da arma, o destino nem a identidade do suposto comprador. Dois celulares também foram apreendidos. 

Sobre a restrição de roubo do veículo, o homem afirmou que o carro seria de sua mãe e que teria sido roubado anteriormente e localizado no mesmo dia, por meio de boletim eletrônico. Ele, porém, não soube explicar por que o gravame ainda aparecia ativo nos sistemas, segundo a ocorrência. 

A autoridade policial decretou a prisão em flagrante e representou pela prisão preventiva. No despacho, o delegado destacou a gravidade concreta do caso por envolver agente de segurança pública e apontou necessidade de preservar a ordem pública e a instrução criminal. O investigado foi encaminhado à cadeia pública.