O Dia do Circo, celebrado em 27 de março, ganhou um significado ainda mais especial com o reconhecimento da arte circense como patrimônio cultural imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A conquista é considerada histórica e reforça a importância de uma tradição que atravessa gerações há mais de 250 anos, mantendo viva uma das expressões culturais mais populares do país.
A data também é marcada por comemorações lideradas por artistas e famílias tradicionais do setor, como Marlene Querubim, conhecida como a “rainha do circo” e responsável pelo Circo Espacial. Segundo ela, o reconhecimento fortalece o segmento, que reúne mais de 600 circos em atividade no Brasil, muitos deles mantidos por gerações de famílias circenses que enfrentaram desafios recentes, especialmente durante a pandemia.
Como parte das celebrações, o Circo Espacial, instalado na zona sul de São Paulo, apresenta o espetáculo temático “Spark”, com sessões abertas ao público no fim de semana. A programação reúne atrações clássicas como palhaços, malabaristas e acrobatas, além de elementos modernos, destacando a evolução do circo sem perder sua essência e reforçando o convite para que novas gerações conheçam e valorizem essa arte.
