O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou nesta sexta-feira (17) do evento “Setor Produtivo, Institutos Federais e o futuro da qualificação profissional no Grande ABC”, realizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC com apoio do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, em Santo André. O encontro reuniu representantes do setor produtivo, instituições de ensino e poder público para debater os desafios da formação profissional e os caminhos para preparar trabalhadores para as novas demandas do mercado.
Durante o evento, Luiz Marinho defendeu a integração entre governos, empresas e instituições de ensino como estratégia para fortalecer a economia, proteger a indústria nacional e ampliar oportunidades para os trabalhadores. A agenda também reforçou a importância da qualificação profissional como eixo estruturante para o desenvolvimento regional, diante das transformações tecnológicas e das exigências cada vez maiores do mercado de trabalho.
O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Ribeirão Pires, Guto Volpi, destacou que a qualificação profissional é uma pauta estratégica para os sete municípios da região e afirmou que o trabalho integrado entre educação, setor produtivo e poder público amplia oportunidades e fortalece a economia regional. Já o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, Aroaldo Silva, ressaltou a necessidade de planejamento conjunto, com foco em formação técnica, inovação e inclusão produtiva.
O encontro também debateu a implantação do Instituto Federal no Grande ABC, demanda histórica defendida pelo Consórcio ABC e pela Agência de Desenvolvimento. Uma unidade em Mauá já está em fase de implementação, enquanto seguem as discussões com o Governo Federal para a instalação de novos campi em outras cidades da região e de uma reitoria no ABC.
Além das falas institucionais, o evento contou com apresentações do IF-SP para discutir formas de aproximação entre os institutos e o setor produtivo. Na ocasião, representantes da indústria, do comércio e dos serviços puderam apontar demandas, sugerir tecnologias e equipamentos, além de indicar competências consideradas essenciais para a formação dos futuros profissionais que serão preparados na região.