O que era uma agenda institucional virou um dos dias mais políticos do ano em São Paulo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu o tom, atacou o governador Tarcísio de Freitas e acusou o governo paulista de “plagiar” programas federais.
Ao lado de Lula, Fernando Haddad anunciou que está deixando o Ministério da Fazenda — movimento que reforça a expectativa de candidatura ao governo do estado.
O discurso também trouxe um alerta sobre a crise no Oriente Médio e seus impactos diretos na economia brasileira. Diante da pressão nos combustíveis, Lula propôs que os estados zerem o ICMS, com compensação da União.
O resultado: uma agenda que virou ato político e escancarou que a disputa por São Paulo já começou — e promete ser uma das mais acirradas do país.
