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Ilhabela: dono de moto aquática é indiciado por morte de jovem e caso ganha novo capítulo no Litoral Norte

Por Gabrielle Tricanico

A Polícia Civil concluiu uma etapa importante da investigação sobre o passeio de moto aquática que terminou em tragédia em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo. Joaquim Rodrigues da Silva Neto, conhecido como Neto Mineiro, foi indiciado por homicídio culposo majorado, falsidade ideológica e exercício ilegal de atividade, após a morte de Dheorge Pereira Bernardino, de 28 anos.

O caso ganhou repercussão nacional depois que Bruna Damaris Sant’Anna da Silva sobreviveu a cerca de 42 horas à deriva no mar, enquanto Dheorge desapareceu. O corpo do jovem foi localizado pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) após nove dias de buscas.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) foi concluído e a Delegacia de Ilhabela segue reunindo elementos para esclarecer todas as circunstâncias do caso e apurar a responsabilidade dos envolvidos. A defesa de Neto Mineiro afirma que o indiciamento é provisório e sustenta que o empresário ainda não foi formalmente intimado para prestar esclarecimentos.

A investigação também analisa novos vídeos e depoimentos que podem ajudar a esclarecer como a moto aquática foi utilizada e se houve irregularidades na atividade exercida pelo proprietário. As imagens passaram a integrar o inquérito e podem influenciar os próximos desdobramentos do caso.

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