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Guaianases: Subprefeitura afirma que imóvel demolido na Rua Granadinha era usado como comércio e ocupante havia sido notificado

Administração regional diz que ação de desfazimento atingiu edificação de uso comercial, e não moradias, e que responsável tinha conhecimento prévio do processo administrativo e da operação prevista para esta semana

Por Gabrielle Tricanico | CIDADES | SÃO PAULO

A Subprefeitura de Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira (24) para esclarecer a realização de uma ação de desfazimento na Rua Granadinha, nº 1. Segundo o órgão municipal, a intervenção atingiu uma edificação utilizada para fins comerciais e não imóveis destinados à moradia.

O esclarecimento da administração regional busca detalhar as circunstâncias da operação e, principalmente, a natureza da construção atingida. De acordo com a Subprefeitura, o ocupante do estabelecimento comercial já havia sido formalmente notificado pela equipe de fiscalização antes da execução da medida.

Ainda conforme a versão oficial, o responsável tinha conhecimento prévio da existência do processo administrativo e também de que a ação de desfazimento estava prevista para ocorrer nesta semana.

Fiscalização urbana em Guaianases

A ocorrência chama atenção para as ações de fiscalização e ordenamento territorial realizadas na periferia da capital. Procedimentos de desfazimento são medidas administrativas que podem envolver a retirada ou demolição de estruturas consideradas irregulares, mas cada caso depende da situação do imóvel, da legislação aplicável e do processo administrativo correspondente.

Na nota divulgada, a Subprefeitura não detalhou os fundamentos específicos que determinaram o desfazimento da edificação da Rua Granadinha, como a irregularidade identificada, eventuais autuações anteriores ou o período concedido para adequação ou retirada voluntária da estrutura.

Também não foram informados, no comunicado apresentado, detalhes sobre eventual recurso administrativo apresentado pelo ocupante ou sobre a presença de outras edificações atingidas pela fiscalização.

A Guardiã da Notícia acompanha o caso por seu impacto diretamente regional em Guaianases e na Zona Leste e buscará novos esclarecimentos sobre o processo administrativo que fundamentou a operação.

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