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DO VATICANO À VENEZUELA: ENTRE A FÉ, A DIPLOMACIA E A LIBERDADE

Enquanto o Vaticano projeta ao mundo uma mensagem de fé, escuta e reconciliação, a geopolítica internacional vive um momento de tensão e expectativa com os desdobramentos da crise venezuelana.

Direto da Audiência Geral, o Papa Leão XIV deixou uma das mensagens mais simbólicas de seu pontificado ao afirmar que Jesus é a ponte de amizade entre Deus e o homem. Ao aprofundar a Constituição Dogmática Dei Verbum, o Pontífice destacou que a fé cristã não se constrói pelo medo ou pela submissão, mas por uma relação de proximidade, diálogo e escuta. “Já não vos chamo servos, mas amigos”, reforçou, ao defender que não há vida cristã sem oração e reflexão.

No mesmo cenário internacional, a Venezuela deu um sinal ao mundo ao libertar ao menos quatro cidadãos americanos que estavam presos no país. A decisão foi classificada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos como um “passo importante na direção certa”, mas Washington mantém a pressão pela libertação de todos os presos políticos venezuelanos.

A liberação ocorre em meio às primeiras movimentações do governo interino pós-Maduro, liderado por Delcy Rodríguez, que iniciou a soltura de detentos considerados de alto perfil. Apesar disso, organizações de direitos humanos alertam que mais de 800 pessoas seguem presas por motivações políticas, o que mantém a crise longe de uma solução definitiva.

Entre a palavra do Papa, que convoca o mundo à escuta e à reconciliação, e a diplomacia internacional, que cobra gestos concretos de liberdade, o cenário global expõe um contraste claro: fé, poder e política seguem profundamente conectados no debate sobre o futuro das sociedades.

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