Lula sancionou o Orçamento de 2026, mas vetou parte dos gastos incluídos pelo Congresso, especialmente emendas parlamentares. O governo alegou que esses recursos violavam regras fiscais e o arcabouço econômico.
Ao todo, cerca de R$ 400 milhões foram vetados, e o Planalto ainda sinaliza a possibilidade de bloquear ou remanejar bilhões em emendas. A decisão atinge diretamente o principal instrumento de poder dos parlamentares.
O Congresso pode reagir derrubando os vetos, o que amplia a tensão entre os Poderes. A disputa pelo controle do orçamento expõe um cenário de desgaste político e indica uma crise institucional em formação entre o Executivo e o Legislativo.
