A morte de Cibelle Monteiro Alves, de 22 anos, dentro da loja onde trabalhava no Golden Square Shopping, não foi um fato isolado.
Por três anos, ela denunciou perseguições e ameaças após o fim do relacionamento. Foram três boletins de ocorrência, medida protetiva em vigor e registros de descumprimento.
Mesmo bloqueado, ele comprava novas linhas telefônicas. Usou até uma transferência de R$ 0,01 via Pix para enviar a mensagem: “vai ver o que é inferno de verdade”. Também esteve na portaria do prédio onde ela morava.
A escalada terminou com a invasão da joalheria, armado com faca e réplica de arma. Ele foi baleado nas pernas após apontar o objeto para policiais e teve a prisão preventiva decretada.
O que falhou? Por que as medidas não impediram o desfecho?
Assista ao VT especial com a linha do tempo da perseguição e os detalhes da investigação nas plataformas da A Guardiã da Notícia.