Com menos candidatos e dezenas de nomes competitivos, diferença de poucos milhares de votos pode definir quem chega ao Legislativo e quem fica na suplência
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo entra na reta final com um cenário de alta competitividade. A análise apresentada no programa aponta redução no número de candidatos em relação à eleição anterior e, consequentemente, uma concentração maior de votos entre os nomes que permanecem na corrida.
Na chapa do Podemos, por exemplo, foram citados cerca de 18 candidatos considerados competitivos para aproximadamente seis vagas. Muitos trabalham com uma expectativa entre 60 mil e 70 mil votos, fazendo com que uma diferença relativamente pequena possa mudar a posição de um candidato entre os eleitos e os suplentes.
O cenário se repete em outras chapas estaduais e federais, segundo a análise. São mencionadas 14 chapas com possibilidade de conquistar ao menos uma cadeira na Assembleia Legislativa, em uma eleição descrita no programa como especialmente disputada. Com a propaganda eleitoral entrando em uma nova fase e mudanças ainda ocorrendo nas campanhas, a composição final das bancadas permanece em aberto.
