O projeto, alvo de concessão à iniciativa privada, traz detalhes estruturais específicos:
Capacidade: O espaço terá cerca de 100 (m^{2}) de área construída (totalizando 418 (m^{2}) com áreas de apoio) e espaço para 150 pessoas.
Localização: Ficará localizado ao lado da Casa do Administrador, contando com um deck de madeira para conectar as áreas.
Precedente histórico: A instalação foi embasada pelo histórico da inauguração do parque em 1892, que já comportava um restaurante nas suas primeiras décadas.
Polêmica ambiental
A polêmica ambiental sobre o novo restaurante no Parque Trianon gira em torno da descaracterização de um dos últimos refúgios de Mata Atlântica na região central de São Paulo. Enquanto críticos alertam para o impacto ecológico na fauna e na flora, defensores apontam que o projeto cumpre exigências legais e resgata o histórico do parque.
O que dizem os críticos e ambientalistas
Perda de biodiversidade: Conselheiros municipais e biólogos alertam que o parque abriga espécies raras de fauna urbana (como aranhas e pássaros) que dependem do isolamento do local.
“Cidade dentro do parque”: Especialistas criticam a mercantilização da área verde, afirmando que a estrutura traz poluição sonora, resíduos e fluxo excessivo de pessoas para um ecossistema já pressionado pelas ilhas de calor da Avenida Paulista.
Acionamento da Justiça: Movimentos de moradores e membros do Conselho Participativo Municipal questionaram a demolição do prédio anexo à Casa do Administrador e acionaram o Ministério Público de São Paulo para tentar paralisar a intervenção.
