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Greve no metrô: Entrevista com o presidente do sindicato, metroviários discutem paralização em São Paulo

“Se o governo não avançar, a greve será inevitável”

Em entrevista ao vivo no Cidade Dentro da Cidade, o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Dagnaldo Gonçalves Pereira, falou sobre a relação ao impasse nas negociações com o Governo do Estado. Segundo o dirigente, a categoria atingiu um ponto que mostra a insatisfação devido à falta de propostas que atendam às necessidades básicas dos trabalhadores.

As Reivindicações da Categoria
A pauta dos metroviários para este período baseia-se em três pilares

Aumento Real: A categoria exige um reajuste que ultrapasse a inflação, garantindo o ganho real do poder de compra.

Participação nos Lucros e Resultados (PR): É solicitada a atualização imediata dos valores destinados à PR, refletindo a produtividade e o esforço dos funcionários.

Concurso Público: O sindicato alerta para a sobrecarga de trabalho e exige a abertura de novos concursos para a contratação de funcionários, visando garantir a segurança e a qualidade do serviço prestado à população.

O Impasse com o Governo
Até o momento, o cenário é de estagnação. Dagnaldo destacou que as propostas apresentadas pelo governo nas últimas mesas de negociação não agradaram à categoria e foram consideradas insuficientes diante das perdas acumuladas nos últimos anos. E fez um alerta que se seguir assim a greve será inevitável.

Às 18 horas os metroviários se reúnem em Assembleia para decidir se aceitam a proposta do Governo ou entram em greve a partir de meia-noite desta quarta-feira.

Rádio - Clínica Santa Marcia
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