A reta final da reforma do Estádio Ícaro de Castro Mello marca um novo capítulo para o atletismo brasileiro. Com previsão de entrega para maio, o espaço no Ibirapuera ganha padrão internacional com a implantação da 9ª raia, certificação máxima da World Athletics, além de modernização completa da estrutura, unindo tecnologia e preservação histórica.
No cenário esportivo, o Brasil fez história ao conquistar o primeiro ouro sul-americano no flag football masculino, reforçando o crescimento da modalidade já de olho nos Jogos Olímpicos de 2028. Enquanto isso, a FIFA definiu os centros de treinamento para a Copa do Mundo Feminina de 2027, com forte presença de estruturas paulistas entre as escolhidas.
O esporte também mostrou sua força fora das grandes arenas. No CERET, na Zona Leste, nasceu o Bosque da Copinha, com árvores plantadas a partir dos gols da competição feminina, unindo futebol e sustentabilidade. Já no interior, os Jogos da Melhor Idade emocionaram com atletas como Rita Fabelicio, de 93 anos, mostrando que o esporte não tem limites.
A ciência também entrou em campo: estudo da Unifesp apontou a natação como mais eficaz que a corrida no fortalecimento do coração, destacando benefícios cardiovasculares superiores no meio aquático.
No paradesporto, o confronto entre Sesi Suzano e São José Athlon movimenta o vôlei sentado, reforçando o papel da inclusão e do investimento público no esporte adaptado.
E no quadro memória, o esporte relembra feitos históricos, como a vitória inédita de Danica Patrick na Indy e o primeiro gol de Zico em clássicos. Mas o momento mais marcante é de despedida: o Brasil se despede de Oscar Schmidt. O maior cestinha da história olímpica deixa um legado eterno de dedicação, talento e amor à camisa da seleção.
