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UBATUBA: CIDADE CHEGA A 723 CASOS DE DENGUE EM 2026

Boletim atualizado nesta segunda-feira, 16, também confirma 18 casos de chikungunya e nenhum óbito no município

Ubatuba chegou a 723 casos de dengue em 2026, segundo boletim informativo de arboviroses atualizado nesta segunda-feira, 16, pela Vigilância Epidemiológica do município. O levantamento também confirma 18 casos de chikungunya na cidade neste ano.

De acordo com os dados oficiais, ainda há 32 casos de dengue em investigação e três já foram descartados. Até o momento, o município não registra mortes relacionadas à doença.

O balanço mostra maior concentração de notificações nos primeiros meses do ano. Em janeiro, foram registrados 348 casos. Em fevereiro, o número chegou a 318. Em março, até a atualização mais recente, foram contabilizados 57 casos.

Entre os casos confirmados de dengue, 291 foram registrados por critérios laboratoriais ou clínico-epidemiológicos em moradores da cidade, além de 25 casos importados, quando a infecção ocorreu fora do município.

No detalhamento por bairro disponível no boletim municipal de 2 de março, os maiores números de casos confirmados estavam no Centro, com 23 registros, seguido por Estufa II e Ipiranguinha, com 20 casos cada. Na sequência apareciam Sertão da Quina, com 11, e Perequê-Açu, com 10. Também tinham destaque Sesmaria, com 8, e Araribá, Maranduba, Mato Dentro e Pedreira, com 6 casos cada.

Os registros também alcançam outros bairros da cidade, entre eles Estufa I, Horto, Lázaro, Rio Escuro, Taquaral e Perequê-Mirim. No boletim por local provável de infecção, a Vigilância Epidemiológica mostra que a doença está espalhada por várias regiões do município.

No caso da chikungunya, o município soma 167 notificações suspeitas em 2026. Desse total, 18 foram confirmadas, 83 descartadas e 66 seguem aguardando resultado de exames.

O boletim também informa que Ubatuba não tem, até agora, casos confirmados de zika ou febre amarela neste ano. Em relação à febre do Oropouche, três casos suspeitos foram descartados e quatro continuam em investigação.

A Vigilância em Saúde reforçou que a maior parte dos criadouros do mosquito Aedes aegypti está dentro das residências. Por isso, a orientação é para que os moradores façam inspeções semanais em quintais e áreas internas, eliminando recipientes que possam acumular água parada.

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