O tabuleiro político já começou a se mexer antes da largada oficial de 2026. O programa desta semana analisou quatro movimentos que ajudam a entender o cenário que está se formando.
O primeiro é o recorde de vereadores de São Paulo que devem disputar vagas de deputado. A leitura é clara: a polarização abriu espaço, fragmentou forças tradicionais e estimulou partidos a inflarem suas chapas para ganhar musculatura eleitoral e visibilidade.
O segundo ponto veio da pesquisa Atlas, que mostra crescimento consistente de Lula, enquanto a direita aparece fragmentada, sem uma liderança consolidada, disputando espaço interno e narrativa.
No plano municipal, a discussão passou pela decisão da Defensoria Pública que barrou o fechamento de 2.600 vagas de acolhimento, criando um impasse entre gestão, Justiça e a necessidade de reorganizar a política de atendimento à população em situação de vulnerabilidade.
Fechando o quadro, entrou no radar a disputa velada de protagonismo entre Tarcísio e Flávio Nunes, uma briga silenciosa por espaço, influência e liderança nacional dentro do campo da direita.
Quatro movimentos diferentes, mas conectados: fragmentação, disputa por poder, judicialização da política e um tabuleiro que já começou a ser reorganizado muito antes da eleição.
